A Felicidade Proibida


Tem pessoas que conseguem destruir a vida de outras com poucas palavras, uma delas é a juiza.
No tribunal, onde fui proibido de falar fui obrigado a ouvir suas malditas palavras que proibiriam eu de ver meu próprio filho.
Sem tolerar tão insuportável desconsideração pelos sacrifícios para ser um pai educador, simplesmente me retirei do tribunal do diabo,
deixando que minha advogada me representasse como perdedor humilhado.
Claro depois fui intimado a aceitar e assinar a carta do inferno com as exigências da juiza.

A juiza não tirou apenas uma criança de um pai, ela tirou junto qualquer forma de felicidade possível para um ser vivente.
Junto com meu filho ela decretou minha infelicidade, eu estava proibido de ser feliz, simplesmente assim.
Como se uma pessoa pudesse controlar as emoções de outra ela decretou que eu não teria o direito de ser feliz.
Mesmo que eu ganhe na loteria, mesmo que ganhe o melhor emprego trabalhando de bermuda na Microsoft. Mesmo que vire o SEO do facebook, nunca poderia ser feliz.

Como na balança da justiça meu filho ausente ficaria de um lado da balança e a felicidade no outro lado da balança, é por mais pesada que fosse o lado da infelicidade, o lado do meu filho pesaria mais.
Isso é o sintoma da depressão. O nível de felicidade nunca poderia passar do nível do contentamento ou a moral baixaria até o fundo do posso.

Depois disso não consigo parar em empregos, não consigo trabalhar sob-pressão. Não consigo fazer o melhor trabalho por mais esforçado que eu seja, pois a felicidade nunca poderá surgir, sem a presença de meu filho.

O pior é que se ele fosse morto talvez a esperança se transformasse em passado, mas não é  o caso, a esperança e a infelicidade nunca se tornarão parte do passado, serão sempre partes do meu presente e futuro por causa da sentença que me impede de me aproximar de meu filho.

Antes eu fosse preso por 5 anos, assim ainda teria data para sair dessa prisão espiritual em que me colocaste. Mas seu decreto não tem previsão de ser revisto e minha infelicidade não tem dia nem hora para terminar enquanto essa juiza sem direito não cair em sí da desgraça que me trouxeste.

Mas a juiza não conhece a lei do retorno. Assim como a lei da reação, a lei do retorno atingirá ela, e todo o peso da infelicidade que ela jogou na minha balança recairão sobre suas costas. Ela vai sentir o peso da balança que ela desequilibrou completamente.

E quando o peso da balança não for mais suportável, ela cairá como uma pedra de chumbo de um avião sobre o seu pé e com essa força abrira um buraco que a levara para as trevas, onde poderá repensar seus conceitos e sofre a infelicidade que tem gerado não só para mim mas para muitas outras pessoas que tem condenado.

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