O Advogado do Diabo

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Advogadododiabo

Devils´s advogate

Sinopse

Kevin Lomax, advogado de uma pequena cidade da Flórida, que nunca perdeu um caso, é contratado por John Milton, dono da maior firma de advocacia de Nova York. Kevin passa a receber um alto salário e a contar com diversas mordomias, porém sofre a desaprovação de sua mãe, Alice Lomax, uma religiosa fervorosa que compara Nova York à Babilônia.

No início, tudo parece correr bem, mas logo Mary Ann, esposa de Lomax, passa a sentir saudades de sua antiga casa e ter visões demoníacas. No entanto, Kevin, empenhado em defender as causas de seus clientes, entre eles um acusado de triplo homicídio, dá pouca atenção à mulher, enquanto seu misterioso chefe parece sempre saber como contornar cada uma das situações que perturbam o jovem advogado.

O filme mostra como advogados deturpam e vão contra a ética à favor do dinheiro e da ganancia que falam mais alto.

Elenco

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O JUIZ, O PROMOTOR E O ADVOGADO DO GENITOR INTRANSIGENTE

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Artigo jurídico de Roosevelt Abbad

O JUIZ, O PROMOTOR E O ADVOGADO DO GENITOR INTRANSIGENTE

O juiz e o promotor que decidem qual previsibilidade determinará a rotina que as crianças devam ter após a separação do casal, são sujeitos com visão extremamente avançada.

Pairam acima de nós, homens comuns, muitíssimo à frente de seu tempo. São como uma entidade do futuro. Isso faz com que nós, míseros seres do presente, não encontremos nexo em suas frases ou lógica em seus pensamentos manifestados em suas decisões.

Essas decisões vibram em outra frequência, fala em outro idioma. Confundem a convivência equilibrada com guarda alternada e criam a previsibilidade da rotina do déficit emocional sem base científica.

Nossa mente primitiva não é aparelhada para compreendê-los. Se pudéssemos absorver, mesmo que por um segundo, a beleza de seu raciocínio superior, provavelmente nossos cérebros explodiriam.

Nós, pais e mães aptos e interessados em participar da rotina duradoura e permanente com os próprios filhos, não entendemos quase nada sobre nada. Vagamos sem rumo, perdidos em um imenso oceano de dúvidas e inquietações. Enquanto isso, juízes e promotores nas varas de família, seguem seguros por terra firme, olhos fixos no horizonte, carregando nas costas a jurisprudência construída a partir do Código Civil de 1916, abarrotada com todas as respostas que eles precisarão, pelo resto de suas existências.

O juiz e o promotor das varas de família assessorados por advogados e psicólogas com os dois pés fincados no preconceito de gênero, enxergam o todo. Leem nas entrelinhas. Ouvem o não dito. Entendem o sub texto. Qualidades que o resto de nós nem sonha em um dia possuir, grotescos e abrutalhados que somos. Seres literais, que acreditam apenas nos fatos como se apresentam. Falta-nos a sua sensibilidade e capacidade de interpretação.

Alienação parental é teoria, guarda compartilhada é ficção e paternidade responsável ” latu sensu ” não existe.

O juiz e o promotor, seres instruídos acima de todos sabem selecionar e processar informações. Eles querem como o resto de nós, o melhor para o filhos dos outros, com convivência mais justa com pensão alimentícia respeitando as necessidades e as possibilidades de cada um, mas não perdem seu tempo analisando o “cada caso é um caso”. Acabam chutando a guarda unilateral com visitas limitadas a algumas horas a cada 15 dias e pensão de 30%, jogando a culpa desse quadro de desequilíbrio que gera desarmonia em nós, pobres almas perdidas, que buscamos o judiciário mergulhados em uma confusão sem fim.

Os juízes e promotores das varas de família otimizam seu tempo, usando seu foco apurado para criticar apenas quem tem que ser criticado: o pai alienado. Sua análise é precisa e sua timeline, minimalista e econômica diante das robustas provas de alienação parental e risco de abandono afetivo. Eles não se prendem às picuinhas.

Detalhes como aptidão e interesse, déficit emocional, alienação parental, convivência equilibrada são discussões meramente teóricas e matemáticas do dia a dia e não são preocupações de gente que tem a visão de longo alcance.

Ele sabe que no fim tudo dará certo. E se não der, terá um boa explicação para isso. O bode expiatório será sempre o pai exilado.

Mas nem tudo são rosas na vida dos operadores do direito de família.

Estar a frente de seu tempo não é uma tarefa fácil. Carregam o fardo de serem ilhas cercados de ignorantes por todos os lados: as evidências científicas, as decisões do STJ Ministra Nancy Andrigi, o Congresso Nacional, as sociedades mais desenvolvidas e os pais e mães aptos e interessados.

A missão suprema do juiz e promotor das varas de família é distribuir um pouco do bálsamo de seu conhecimento profundo manifestada nas 90% de decisões de guarda unilateal com visitas limitadas e insuficientes, doando seu tempo para nos ungir com a benção de seus comentários iluminados.

Incompreendidos por nós, pais e mães aptos e interessados em compartilhar a convivência equilibrada com os próprios filhos, o juiz e o promotor das varas de família não titubeia e seguem triunfantes com seu pacote de certezas, em sua missão civilizatória e educadora, exilando o amor parteno da vida das crianças aquele único que daria com alegria um rim, se seu filho necessitar.

Eles nos mostram que, além de um conhecimento profundo, é preciso muita sensibilidade para atingir o nirvana da compreensão sobre o superior interesse das crianças.

Louvemos então estes seres superiores, suas excelências o juiz e o promotor das varas de família, que flutuam tranquilos acima das hordas de ignorantes e desesperados.

Paremos de resistir e sigamos, como crianças, atrás dos operadores do direito de família.

Se eles nos levam, aparentemente, ao precipício dos transtornos psico sociais nos nossos filhos é apenas senão pela mais nobre das causas: para que a rotina criada pela previsibilidade de suas decisões, nos levem a renascer em um mundo melhor, que só eles conseguem enxergar a existência.

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Texto adaptado à realidade nas varas de família, a partir das reflexões políticas e sociais de Jarbas Agnelli, NÃO se referindo,

1 – Aos juízes e promotores que sabem não existir ninguém acima da lei – muito menos eles mesmos – e ninguém que esteja fora de sua proteção, e;

2 – Aos que garantem e promovem a igualdade parental e o respeito à dignidade humana e aos direitos fundamentais dos cidadãos, zelando pela integridade física e moral dos jurisdicionados e de suas famílias.

Livros de Direitos

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Os livros de direito não passam de palavras do jargão advocatício que só eles mesmo entendem. São livros feito para eles mesmo que não passam de conselhos para diminuir a discrepância entre o mundo dos advogados e a realidade. Mas eles são todos cegos e não enxergam a realidade do mundo, apenas enxergam a realidade deles.

Um bom livro que demostra esse mundo fictício dos advogados é O MISTÉRIO DA 13a LETRA. Nele é possível perceber, que a as pessoas ignorantes, inclusive os juízes só enxergam o que querem enxergar. E serve de alerta para as pessoas abrirem mais os olhos para as imensas possibilidades de modificação de espaço e tempo em que as pessoas viveram, vivem e podem viver, e não apenas as ladainha dos advogados.

Outro livro que eu indico é o Livro sobre Guarda Compartilhada, algo imprescindível no seculo XXI onde a sociedade é madura o suficiente para compartilhar um filho sem inveja ou ciumes do ex-cônjuge.
O livro é um presente para os pais alienados que tem esperanças de um mundo melhor como eu! Isso que é um verdadeiro livro de Justiça!

http://www.guardacompartilhada.com.br/

Livros de justiça

Livros de justiça

Um terceiro livro importante sobre o assunto é o livro Alienação Parental 2ed de Douglas Freitas. Um livro extremamente relevante e elucidativo para os pais ignorantes da lei e de seus direitos como pai.
O livro mostra na cara o que a justiça já permite por lei, mas os juizes ignoram e desconsideram na realidade.
Principalmente a Juiza Daniela Bortoliero Ventrice que me proibiu de ver meu filho.

http://www.douglasfreitas.adv.br

 

Advogados Cientes – SAP

A Síndrome da Alienação Parental – SAP

8 December 2010

O termo “Síndrome da Alienação Parental” – SAP apareceu em 1985 nos estudos do psicanalista Richard Alan Gardner, professor de psiquiatria da clínica infantil da Universidade de Columbia, EUA.

Segundo o professor, “a síndrome da alienação parental (SAP) é um distúrbio que surge inicialmente no contexto das disputas em torno da custódia infantil”.

Sua primeira manifestação visa denegrir a figura parental perante a criança. Um comportamento que não tem justificativa. Esta síndrome resulta da combinação de um programa de doutrinação dos pais (lavagem cerebral) juntamente com a contribuição da própria criança para envilecer (tornar desprezível )a figura parental que está na mira desse processo”.

O chamando de Genitor Alienante é aquele que promove a campanha negativa da figura do outro e de Genitor Alienado aquele que se vê vitimado por tal campanha.

Segundo outros especialistas,a alienação parental pode ser compreendida como a rejeição do genitor que “ficou de fora” pelos seus próprios filhos, fenômeno este provocado normalmente pelo guardião que detêm a exclusividade da guarda sobre eles (a conhecida guarda física mono parental ou exclusiva).

Em outras palavras, a alienação parental é o controle desproporcional e extravagante que o genitor (pai ou mãe), que detêm a guarda, manifesta sobre os filhos, causando geralmente o afastamento da criança do genitor alienado.

Quando a síndrome se instala, o relacionamento da criança com o genitor alienado fica irremediavelmente comprometido

Juridicamente pode-se conceituar a “Síndrome da Alienação Parental”-(SAP) como o processo de “programar” uma criança para que odeie o genitor não-guardião sem justificativa idônea.

Esse fenômeno ocorre por influência do genitor guardião (geralmente a mãe), que fica com a guarda em aproximadamente 91% dos casos de separação e divórcio, com quem a criança estabelece laços afetivos mais fortes.

Os casos mais freqüentes da Síndrome da Alienação Parental estão associados a situações onde a ruptura da vida conjugal gera, em um dos genitores, uma tendência vingativa muito grande. Quando este não consegue elaborar adequadamente o luto da separação, desencadeia um processo de destruição, vingança, desmoralização e descrédito do ex-cônjuge. Neste processo vingativo, o filho é utilizado como instrumento da agressividade direcionada ao parceiro.

O genitor que tem a guarda do filho vale-se de comportamentos manipuladores, induzindo a criança, por meio de técnicas e processos, a criar uma má imagem do outro genitor (não guardião), visando  expulsá-lo por completo da vida dos filhos.

O Genitor Alienante  

O genitor alienante é indivíduo super-protetor e tem o desejo de possuir o amor dos filhos com exclusividade

Com o tempo, o filho, consciente ou inconscientemente, passa a colaborar com essa finalidade, situação altamente destrutiva para ele e para o genitor alienado.

Segundo dados do IBGE (2002), cerca de 1/3 dos filhos de pais divorciados perdem contato com seus pais, sendo privados do afeto e convívio com o genitor ausente, o que tem conseqüências trágicas no seu desenvolvimento psicossocial.

Segundo dados do IBGE, é comum que o genitor alienante, para manipular o afeto do filho, use de expressões como:

• “Cuidado ao sair com seu pai . Ele quer roubar você de mim”…
• ”Seu pai abandonou vocês “…
• ”Seu pai não se importa com vocês”…
• ”Você não gosta de mim!Me deixa em casa sozinha para sair com seu pai”…
• ”Seu pai não me deixa refazer minha vida”…
• ”Seu pai me ameaça , ele vive me perseguindo”…
• ”Seu pai não nos deixa em paz, vive chamando no telefone”…
• ”Seu pai tenta sempre comprar vocês com brinquedos e presentes”…
• ”Seu pai não dá dinheiro para manter vocês”…
• ”Seu pai é um bêbado”…
• ”Seu pai é um vagabundo”….
• ”Seu pai é desprezível”…
• ”Seu pai é um inútil”…
• ”Seu pai é um desequilibrado”…
• ”Vocês deveriam ter vergonha do seu pai”….
• ”Cuidado com seu pai ele pode abusar de você”…
• ”Peça pro seu pai comprar isso ou aquilo”…
• ”Eu fico desesperada quando vocês saem com seu pai”…
• ”Seu pai bateu em você , tente se lembrar do passado”…
• ”Seu pai bateu em mim, foi por isso que me separei dele”…
• ”Seu pai é muito violento, ele vai te bater”…

Casos como esse, sem dúvida  caracterizam imediatamente a alienação parental!

O Genitor Alienado

O genitor alienado, por não saber como lidar com a situação, adota atitude passiva. No entanto, continua amando seus filhos, na esperança de no futuro reconstruir as relações prematuramente rompidas. Enquanto isso não acontece, sofre imensamente com a falta de convívio com os filhos.

Porém, os personagens que mais sofrem nessa tragédia, sem dúvida, são os filhos, que continuam amando o genitor alienado.

A Criança Alienada:

  • Apresenta um sentimento constante de raiva e ódio contra o genitor alienado e sua família.
  • Se recusa a dar atenção, visitar, ou se comunicar com o outro genitor.
  • Guarda sentimentos e crenças negativas sobre o outro genitor, que são inconsequentes, exageradas ou inverossímeis com a realidade.

Crianças Vítimas de SAP são mais propensas:

  • Apresentar distúrbios psicológicos como depressão, ansiedade e pânico.
  • Utilizar drogas e álcool como forma de aliviar a dor e culpa da alienação.
  • Cometer suicídio.
  • Apresentar baixa auto-estima.
  • Não conseguir uma relação estável, quando adultas.
  • Possuir problemas de gênero, em função da desqualificação do genitor atacado.
  • Quando adulto, o filho perceberá que fez uma grande injustiça ao genitor alienado, e passará a odiar o genitor alienante.

Como superar a Síndrome da Alienação Parental – SAP?

Lidar com a SAP exige também grande consciência e atenção por parte dos operadores do Direito, assistentes sociais e conselheiros tutelares, que devem buscar elementos para enfrentar do problema na área da Psicologia, uma vez que se trata de relacionamentos humanos conflituosos ( que provoca conflito).

A Alienação Parental não é um problema somente dos genitores separados. É um problema social, que, silenciosamente, traz conseqüências nefastas (negativas) para as gerações futuras.

Pai e Mãe, os filhos precisam de ambos!

Porém, felizmente, foi  recentemente sancionada no dia 26 de Agosto, a Lei 12.318 que passa a considerar ato de alienação parental a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou pelos que tenham a criança ou adolescente sob a sua autoridade, guarda ou vigilância para que repudie genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com este, enumerando ainda, várias formas exemplificativas de alienação parental.

A Legislação em vigor, reconhece que a prática de ato de alienação parental:

  • fere direito fundamental da criança ou do adolescente de convivência familiar saudável;
  • prejudica a realização de afeto nas relações com genitor e com o grupo familiar,
  • constitui abuso moral contra a criança ou o adolescente e descumprimento dos deveres inerentes à autoridade parental ou decorrentes de tutela ou guarda;
  • atribui poderes ao juiz para que ele determine as medidas provisórias necessárias para preservação da integridade psicológica da criança ou do adolescente, inclusive para assegurar sua convivência com genitor ou viabilizar a efetiva reaproximação entre ambos.

Prevê ainda que, caracterizados atos típicos de alienação parental ou qualquer conduta que dificulte a convivência de criança ou adolescente com genitor, o juiz poderá impor ao alienador medidas que vão desde:

  • a advertência;
  • multa;
  • alteração ou inversão da guarda;
  • suspensão da autoridade parental;

Já se fazia necessária uma regulamentação para o problema em questão, diante da grande quantidade de casos de tal natureza que afloram no judiciário.

No entanto, entendemos e advertimos que a Legislação chegou para ser aplicada, mas para superar a SAP, os pais devem ter, dentre outras, qualidades, vontade para exercerem  humanamente suas funções parentais; grande equilíbrio emocional; amor incondicionado aos filhos; e contar com a necessária ajuda jurídica e psicológica especializada.

 

Referências Bibliográfica:

-Dados da organização SplitnTwo [www.splitntwo.org].

-Gardner R. Parental Alienation Syndrome vs. Parental Alienation: Which –Diagnosis Should Evaluators Use in Child-Custody Disputes?. American Journal of Family Therapy. March 2002;30(2):93-115.

-site alienação parental

Solicite a legislação e conheça mais sobre o assunto no site Valéria Reani Advocacia Empresarial www.valeriareani.com.br

VALÉRIA REANI

ADVOGADA- OAB/SP 106061

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