Os desafios da Guarda Compartilhada

OS DESAFIOS DA GUARDA COMPARTILHADA

Nas últimas quatro décadas, a sociedade têm passado por uma grande transformação nas relações humanas resultando em separações entre casais e a consequência desse fenômeno é uma longa lista de problemas associados e prejudiciais às crianças e adultos.
O divórcio não é um ato isolado nem é um fenômeno sem vítimas, e não há nenhum debate sério no Brasil esclarecendo que o divórcio tem trazido enormes danos físicos, emocionais e econômicos para as famílias e para a sociedade em geral, e reverter décadas de descaso por não acompanhar o conhecimento científico sobre esse tema é o maior desafio da nova Lei nº 13.058/14 da Guarda Compartilhada.
É urgente reeducar a cultura mantida por profissionais do direito, que não entendem o significado do déficit emocional causado pelo distanciamento entre pais e filhos, e mudar paradigmas para oferecer às crianças seu direito humano mais básico, a convivência equilibrada com sua mãe e seu pai, unidos em torno de sua formação, embora separados.
Limitar a convivência de um pai com seu filho é uma decisão enganadora.
Legalmente é um evento único, mas psicologicamente é uma cadeia sem fim de eventos que transforma radicalmente as relações entre pais e filhos ao longo do tempo. Um processo que transforma para sempre a vida das crianças e das pessoas envolvidas, e os operadores do direito, quase sempre visando honorários, não tem o direito de opinar com base em “minha experiência no escritório”, opiniões quase sempre desprovidas de compaixão e simpatia para com um dos genitores, rebaixando-o a segundo plano, com argumentos desprovidos de qualquer respaldo científico.
Tornou-se quase um direito mães serem privilegiadas contrariando todas as indicações das pesquisas e estudos científicos, causando uma paz artificial com a cultura de tratamento das crianças em sessões de psicoterapia, antidepressivos e remédios para controlar os transtornos sociais de hiperatividade e opositor, quando era preciso apenas manter os pais responsáveis juntos de seus filhos, convivendo em equilíbrio.
A guarda unilateral e visitas limitadas privilegiadas pelos operadores do direito nas últimas quatro décadas, embora necessário em casos extremos de abusos, afetaram negativamente pais e filhos ao ser banalizada em 95% das decisões.
Falta aos operadores do direito de família a compreensão fundamental sobre a continuidade dos laços afetivos entre pais e filhos, e com isso, os operadores do direito trouxeram para a sociedade sérios problemas cruciais na vida das crianças afetadas por tais decisões corriqueiras.
A guarda compartilhada com a custódia física conjunta é a continuação da família. A essa condição, a socialização das crianças, se moldam ao sentimento de segurança sempre presente, apesar do divórcio de seus pais.
Mitos e Verdades
Mito: A guarda unilateral materna e visitas com finais de semana alternados aos pais é aquela que atende o superior interesse das crianças, embora problemático, não representa uma grande ameaça para o bem-estar dos filhos.
Verdade: Estudos de alto nível indicam que por quase todas as medidas, as crianças colocadas em desequilíbrio de convivência com seus pais saem-se pior do que seus pares em famílias intactas e em relação às crianças colocadas em guarda conjunta.
Os filhos do divórcio na guarda monoparental são mais propensos a se envolverem em comportamentos que levam a maiores taxas de criminalidade, uso de drogas, abusos de terceiros, mau desempenho ou fracasso educacional, maior incidência de problemas comportamentais, emocionais, físicos e psiquiátricos. Tal comportamento coloca em movimento um ciclo descendente de comportamento disfuncional que agrava esses problemas para os seus próprios filhos e as futuras gerações.
Evidências crescentes publicadas em revistas científicas, demonstram que os efeitos físicos, emocionais e financeiros são devastadores que o modelo de guarda unilateral e visitas limitadas causam sobre as crianças, e podem durar até a idade adulta e afetar seu futuro.
Estudos de meta-análise (Bauserman, 2002) mostram que as crianças colocadas em ambientes familiares estáveis – guarda compartilhada e convivência equilibrada 50/50 – têm resultados de saúde ao longo da vida melhor do que as crianças que residem em situações familiares monoparentais. Isso não quer dizer que uma criança que vem de situação monoparental não pode vir a ser uma criança bem ajustada, contribuindo como um membro saudável da sociedade, mas as probabilidades evidenciadas nos estudos deixam muito claro em termos de amostragem total, que a propensão a sofrerem distúrbios comportamentais é muito evidente.
A guarda unilateral e visitas limitadas podem levar ao rompimento do vínculo fundamental entre uma criança e um ou ambos os genitores. E, tragicamente, os estudos científicos comprovam que esse modelo é causa de um êxodo em massa dos pais para viverem ou reconstruir suas vidas longe de estreita associação com os seus filhos. As crianças passam a receber menos tempo e atenção dos pais, pois agora está sendo direcionado para o estabelecimento de novos padrões de vida, que podem incluir um novo cônjuge e/ou a construção de outra família.
A guarda unilateral aplicada nos últimos 40 anos, afetando a vida de 20 milhões de crianças, perturba a relação de uma criança com um dos pais e muitas vezes cria sentimentos não resolvidos de perda e dor que não são compartilhados pelo outro progenitor, o detentor da guarda. Esta é uma experiência diferente para crianças e adultos, pois as crianças perdem algo que é fundamental para o seu desenvolvimento – a convivência com ambos os genitores.
Quando essa estrutura é apoiada pelo estado a criança é deixada pobre, tanto psicológica como emocionalmente. Até mesmo os estudos mais otimistas não refutam as estatísticas negativas a respeito do distanciamento das crianças com um de seus genitores. Eles simplesmente reformulam o argumento com conotação positiva, afirmando que a maioria das crianças vai se recuperar e se adaptar a essa rotina, ainda que sem abordar o passivo emocional. Porém todas as evidências científicas contrariam esta opinião.
Crianças que crescem longe de um dos seus pais, de acordo com as estatísticas, dados do US DHHS – Departamento de Saúde e Serviços Humanos – EUA, são significativamente mais afetados pelos seguintes riscos (de acordo com estudos de Tyl 2006 e Bacharel 1996):
  • • 5 x mais propensos a cometer suicídio
  • • 9 x mais chances de acabar em casa de reeducação
  • • 9 x mais chances de abandonar a escola
  • • 10 x mais propensos a cair na toxicodependência
  • • 14 x mais propensos a cometer estupro
  • • 20 x mais propensos a sofrer de distúrbios comportamentais
  • • 20 x mais chances de acabar na cadeia
  • • 32 x mais propensos a fugir de casa.
Os dados brasileiros não estão sendo monitorados, mas acredita-se que o impacto da aplicação em 95% (até dezembro de 2014) da guarda unilateral na sociedade sejam dessa ordem para mais.
Mito: A mudança da rotina em dois lares seria prejudicial para a criança.
Verdade: Conclusões do estudo de meta-análise (BAUSERMAN, 2002), psiquiatra do governo americano, mostram que a alegação de que a custódia física conjunta com dois lares expõe as crianças ao risco de conflitos graves é rejeitada.
Nesse sentido, se pode recordar que na contemporaneidade, as crianças passam grande parte do tempo longe da casa e do genitor que detém a guarda unilateral, permanecendo sob os cuidados de creches, de escolas, vizinhos, de babás ou de avós. No entanto, todos que tem algum contato pessoal com tais situações percebem que as crianças sabem diferenciar, sem grandes conflitos, as regras de cada local de convivência (Brito e Gonsalves, 2009).
Na literatura internacional, a meta-análise dos estudos publicados conclui que as crianças em custódia física conjunta encontram-se tão ajustadas quanto aquelas com famílias nucleares (estudo sueco com 164.580 crianças).
As publicações mais recentes constatam que crianças vivendo sob custódia física conjunta relatam melhor bem estar emocional assim como melhor ajuste social do que aquelas vivendo com um dos pais, e que a participação de ambos é essencial para o bom desenvolvimento dos filhos (Alexandre e Vieira, 2009).
Para as crianças a referência mais importante não é geográfica, seu quarto ou banheiro, e sim familiar. Com efeito, sentir que tanto a casa da mãe quanto a do pai são suas, gera no filho o sentimento de pertencimento tanto ao mundo de seu pai quanto ao mundo de sua mãe. (Brito, 2007).
Não existem estudos científicos contra a guarda compartilhada e também não existem estudos contra a guarda alternada desde 1999 (Vittorio Vezzetti, 2013)O que existe é a jurisprudência consolidada para a sociedade do início da revolução industrial.
Um estudo de sete anos publicado pelo Instituto de Psiquiatria Timberlawn de Dallas EUA, descobriu que o fator mais importante para as crianças se tornarem adultos saudáveis e felizes, não foi a rotina em um endereço ou a construção de alvenaria como base de referência, como dizem os profissionais da área jurídica, mas a continuidade da relação com ambos os pais.
A convivência regular com ambos os pais se revelou mais importante do que o fator educacional, disciplina rígida, rotina em uma residência única ou qualquer outro argumento tradicionalmente utilizados por advogados para negar a custódia física conjunta.
O estudo Timberlawn, bem como outros estudos já demonstraram, descobriu que a má distribuição de tempo de convivência entre ambos os pais e os filhos, as crianças sofrem consequências a longo prazo, incluindo dificuldades emocionais, fracasso escolar ou baixo desempenho no trabalho, transtornos psicossociais e dificuldade em conseguir intimidade em seus próprios relacionamentos como adultos.
Relata ainda o estudo que um terço das crianças experimentaram depressão moderada a grave, cinco anos após o divórcio. Quinze anos após o divórcio, muitas dessas crianças ainda estavam experimentando as consequências, quando começaram os relacionamentos amorosos e casamentos por conta própria. Todas as crianças pesquisadas nesse estudo, temiam a repetição de um fracasso na vida adulta, traição e rejeição, e todos ficaram muito vulneráveis.”
Por fim, a palavra do STJ.
“É hora de se começar o influxo nessa postura menos comprometida com os interesses do menor e mais ligada à comodidade de todos os envolvimentos, menos a criança – principal agredido pela guarda singular – e o genitor que quer estar mais tempo ao lado de seu filho, contribuir, ajudar e acompanhar o crescimento de sua prole. Albergar, de outra banda, os interesses manifestamente egoístas do ascendente que exige a guarda singular da prole, é negar o direito do menor.”
MINISTRA NANCY ANDRIGHI
RECURSO ESPECIAL Nº 1.428.596 – RS (2013/0376172-9)
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA PARA IGUALDADE PARENTAL
Roosevelt Abbad
fonte: http://rooseveltabbad.blogspot.com.br/2015/04/os-desafios-da-guarda-compartilhada.html
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O povo precisa enxergar..

justiça sega

justiça sega

Antes da justiça enxergar, o povo precisa enxergar….

que a justiça não é perfeita

que os seres humanos são recuperáveis

que a esperança nunca deve morrer

que a justiça deve abrir portas e não fechar

que não precisa se desconfiar daquilo que se desconhece

que a realidade não é o que a televisão mostra, é o que a gente faz

que o futuro pode ser melhor que o presente em vez de pior

que a mascara pode enganar por um tempo mas um dia ela cai

que as aparências enganam, o coração nunca

que  tempo prejudica e atrapalha quando não é bem empregado

que o que está parado não muda, mas o que esta em movimento pode mudar

que o passado se repete no presente e no futuro, mas se for aprendido ele não se repete

que a justiça muitas vezes tarda e falha

que se deve aprender com os erros e não ser punido por causa deles

que o martelo é de madeira ou ferro, mas o coração é de carne

que a balança desequilibrada sempre despenca um lado

que o coração engana a mente, mas a mente ilumina o coração

que a verdade aparece nem que seja depois de morta

que os direitos devem ser respeitados, mesmo para quem comete delitos

que não existem biotipos diferentes, todo biotipo pode ser mudado, e a personalidade muito mais

que um pingo de chuva nunca cai sempre no mesmo lugar

que a luz brilha para aqueles que não tem vendas nos olhos

que o pior cego é aquele que não quer enxergar

que o mundo pode ser melhor se você acreditar

que a confiança não acontece em 5 minutos principalmente para as mulheres

que o tempo não apaga as magoas, mas magoa muito mais as vezes

que o futuro depende das decisões do pressente

que o passado não muda, mas a forma de ver o passado pode mudar varias vezes

que a maldade de hoje, não se repete amanha se for concertada pela origem

que prevenir é melhor do que remediar

que o dinheiro não compra felicidade

que o dinheiro não compra justiça

que a justiça não é questão de dinheiro, é questão de conhecimento de causa

que o progresso deve vim antes da ordem, acorda Brasil!

O futuro da criança alienada

criminalização da criança alienada

criminalização da criança alienada

Crianças alienadas, que não tem um convívio forte com os pais, principalmente quando os pais são separados, tendem para a revolta, violência, drogas, bebida, cigarro e outros problemas ocasionados pela falta de ensino e da relação familiar.

Por exemplo veja o cantor Supla, filho de políticos, mas que não teve uma convivência familiar estável. Ele se voltou com a rebeldia, revolta e já deve ter experimentado o efeito das drogas.

Sua mãe, Marta Suplicy, agora quer acabar com a família tradicional no Brasil.

Onde vamos parar desse jeito?

Graças a pessoas assim, que querem acabar com a estabilidade familiar, é que o mundo está cada vez pior, principalmente o Brasil, onde se acumulam mais gays e homossexuais apoiados por canais de televisão sensacionalistas como a Globo. Outra  pessoas que é contra a convivência familiar é a juiza Daniela Bortoliero Ventrice que me proibiu de ver meu filho que não vejo a 2 anos.

Senadora Marta Suplicy propõe o encerramento da Família Tradicional

Marta Suplicy

Marta Suplicy

É essa a Proposta de Emenda à Constituição que a Senadora Marta Suplicy e a Comissão Especial de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB estão elaborando para o nosso País.

Principais pontos:

– Acabar com a família tradicional
– Retirar os termos “pai” e “mãe” dos documentos
– Acabar com as festas tradicionais das escolas (dia dos pais, das mães) para “não constranger” os que não fazem parte da família tradicional
– A partir de14 anos, os adolescentes disporão de cirurgia de mudança de sexo custeada pelo SUS
– Cotas nos concursos públicos para homossexuais etc…

Eis o texto:

A senadora Marta Suplicy (PT-SP) elogiou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC), elaborada pela Comissão Especial de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que quer ampliar privilégios a indivíduos viciados em práticas homossexuais.

O texto tem a pretensão de introduzir na Constituição todas as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que favoreceram a agenda gay, inclusive a garantia de união estável para duplas homossexuais, com direito à conversão em casamento e adoção de crianças.
De acordo com a agência de notícias do Senado, “a PEC tem como um de seus principais ponto a criminalização da homofobia e estabelece a pena de dois a cindo anos de reclusão para aqueles que praticarem atos de discriminação e preconceito em virtude da orientação sexual de alguém. A mesma punição se estende aos que incitarem o ódio ou pregarem [contra a] orientação sexual ou identidade de gênero”.
Com a aprovação da PEC, a própria Constituição do Brasil se transformará num PLC 122. Mas Suplicy reconhece que a tentativa de transformar a Constituição do Brasil numa constituição “anti-homofobia” certamente enfrentará resistência de “setores como o da igreja”.
A senadora acredita que, estrategicamente, será importante aprovar primeiro o PLC 122/2006, pois sua tramitação está mais avançada, tendo já sido aprovado sorrateiramente na Câmara dos Deputados e restando apenas a votação no Senado. O segundo passo, na avaliação de Marta, é apresentar a PEC, que é uma matéria mais ampla e complexa. “A PEC é bem mais difícil de aprovar. Então, vamos começar com a homofobia e avaliar o momento adequado para fazer uma PEC com essa amplitude, que é realmente o sonho que nós gostaríamos para todo o País”, explicou a senadora à agência do Senado.
O Estatuto da Diversidade Sexual conta com 109 artigos, que alteram 132 dispositivos legais. O Estatuto criminaliza a homofobia, reconhece o direito à livre orientação sexual e iguala os direitos fundamentais entre heterossexuais e LGBTs.
Eis algumas dos “avanços” que o Estatuto da Diversidade Sexual propõe:
Legitimação da PEDOFILIA e outras anormalidades sexuais:
Título III, Art. 5º § 1º – É indevida a ingerência estatal, familiar ou social para coibir alguém de viver a plenitude de suas relações afetivas e sexuais.
Sob essa lei, a família nada poderá fazer para inibir um problema sexual nos filhos. A sociedade nada poderá fazer. E autoridades governamentais que ainda restarem com um mínimo de bom senso estarão igualmente impedidas de “interferir”.
Retirar o termo PAI E MÃE dos documentos:
Título VI, Art. 32 – Nos registros de nascimento e em todos os demais documentos identificatórios, tais como carteira de identidade, título de eleitor, passaporte, carteira de habilitação, não haverá menção às expressões “pai” e “mãe”, que devem ser substituídas por “filiação”.
Essa lei visa beneficiar diretamente os ajuntamentos homossexuais desfigurados tratados como família. Para que as crianças se acostumem com “papai e papai” ou “mamãe e mamãe”, é preciso eliminar da mente delas o normal: “papai e mamãe”.
Começar aos 14 anos os preparativos para a cirurgia de mudança de sexo aos 18 anos (pode começar com hormônios sexuais para preparar o corpo):
Título VII, Art. 37 – Havendo indicação terapêutica por equipe médica e multidisciplinar de hormonoterapia e de procedimentos complementares não-cirúrgicos, a adequação à identidade de gênero poderá iniciar-se a partir dos 14 anos de idade.
Título VII, Art. 38 – As cirurgias de redesignação sexual podem ser realizadas somente a partir dos 18 anos de idade.
Cirurgias de mudança de sexo nos hospitais particulares e no SUS:
Título VII, Art. 35 – É assegurado acesso aos procedimentos médicos, cirúrgicos e psicológicos destinados à adequação do sexo morfológico à identidade de gênero.
Parágrafo único – É garantida a realização dos procedimentos de hormonoterapia e transgenitalização particular ou pelo Sistema Único de Saúde – SUS.
Uso de banheiros e vestiários de acordo com a sua opção sexual do dia:
Título VII, Art. 45 – Em todos os espaços públicos e abertos ao público é assegurado o uso das dependências e instalações correspondentes à identidade de gênero.
Não é permitido deixar de ser homossexual com ajuda de profissionais nem por vontade própria:
Título VII, Art. 53 – É proibido o oferecimento de tratamento de reversão da orientação sexual ou identidade de gênero, bem como fazer promessas de cura.
O Kit Gay será desnecessário, pois será dever do professor sempre abordar a diversidade sexual e consequentemente estimular a prática:
Título X, Art. 60 – Os profissionais da educação têm o dever de abordar as questões de gênero e sexualidade sob a ótica da diversidade sexual, visando superar toda forma de discriminação, fazendo uso de material didático e metodologias que proponham a eliminação da homofobia e do preconceito.
Contos infantis que apresentem casais heterossexuais devem ser banidos se também não apresentarem duplas homossexuais travestidas de “casais:
Título X, Art. 61 – Os estabelecimentos de ensino devem adotar materiais didáticos que não reforcem a discriminação com base na orientação sexual ou identidade de gênero.
As escolas não podem incentivar a comemoração do Dia dos Pais e das Mães:
Título X, Art. 62 – Ao programarem atividades escolares referentes a datas comemorativas, as escolas devem atentar à multiplicidade de formações familiares, de modo a evitar qualquer constrangimento dos alunos filhos de famílias homoafetivas.
Cotas nos concursos públicos para homossexuais assim como já existem para negros no RJ, MS e PR e cotas em empresas privadas com já existe para deficientes físicos:
Título XI, Art. 73 – A administração pública assegurará igualdade de oportunidades no mercado de trabalho a travestis e transexuais, transgêneros e intersexuais, atentando ao princípio da proporcionalidade.
Parágrafo único – Serão criados mecanismos de incentivo a à adoção de medidas similares nas empresas e organizações privadas.
Casos de pedofilia homossexual irão correr em segredo de justiça:
Título XIII, Art. 80 – As demandas que tenham por objeto os direitos decorrentes da orientação sexual ou identidade de gênero devem tramitar em segredo de justiça.
Censura a piadas sobre gays:
Título XIV, Art. 93 – Os meios de comunicação não podem fazer qualquer referência de caráter preconceituoso ou discriminatório em face da orientação sexual ou identidade de gênero.
O Estatuto da Diversidade Sexual é um avanço. Isso nunca havia sido pensado em relação às questões LGBT”, reconheceu Marta Suplicy, classificando-o como de importância “inquestionável”.
O Estatuto defende que o Estado é obrigado a investir dinheiro público para homossexuais que querem caros procedimentos de reprodução assistida por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e também o Estado é obrigado a criar delegacias especializadas para o atendimento de denúncias por preconceito sexual contra homossexuais, atendimento privado para exames durante o alistamento militar e assegura a visita íntima em presídios para homossexuais e lésbicas.

Confira

http://www.oabsergipe.com.br/novo/conteudos_ver.php?id=162

importancia do convívio familiar

importancia do convívio familiar

O Papel do pai e sua influencia

Durante a gravidez, o filho pertence a mãe, ele faz parte da mãe ele compartilha alimentos e emoções da mãe, ele é um apéndice da mãe.
Depois que o filho nasce, ele passa a ter atitudes próprias, ele ainda é controlado pelo meio em que vive e pela influencia das pessoas próximas.
Então ele começa a pensar e descobrir tudo que o mundo pode oferecer para ele, a partir de seus sentidos.
Depois ele começa a perceber que ele támbem pode interagir com o mundo e ter vontades próprias.
Depois disso ele começa a perceber que pode realiar suas vontades de diversas formas e lutar para que elas sejam satisfeitas.
Depois ele descobre que é ignorante e que não sabe nada além do basico que lhe foi ensinado e que o mundo tem muito mais coisas para se aprender, então ele começa a estudar o mundo e tentar aprender mais sobre ele a partir de suas dúvidas e perguntas que surgem a partir de seu conhecimento e seu pensamento a respeito.
A mãe está presente em todas essas etapas de evolução. Ela é a pessoa qe o auxilia em cada passo de aprendizagem, sobre o mundo, sobre sí mesmo e sobre a vida dos outros seres vivos.
O pai funciona como um exemplo, um exemplo de seu futuro, um exemplo de evolução e do que ele sera quando chegar na maioridade.
Uma criança sem pai, não tem exemplo de futuro. Ela é complexidada e vive como se tivesse algum buraco em sua vida. Alguma coisa faltando. Ela percebe que falta seu exemplo de futuro, então é como se faltasse parte de seu futuro.
Ela então tem dificuldades para evoluir, pois ela não tem certeza de como sera seu futuro. Ela então vive apenas no presente. Ela só aprende o que pode ser util no presente sem pensar no que pode ser util no futuro.
Então ela tem dificuldade na escola, não consegue aprender matemática de uma maneira mais profunda pois não encherga em que isso pode ser util em seu futuro.
Ela não pensa em ter profissão, pois ela não tem exemplo de profissão de seu pai, um dia ele percebe que precisa de dinehiro para viver então ele descobre que precisa de um emprego, e não de uma profissão e esse emprego pode ser qualquer coisa que traga dinheiro. Mas não uma profissão que transforme o mundo em que vive, apenas um emprego que ele possa realizar com suas habilidades que possui no momento.
Então ele tenta ser auxiliar de pedreiro, estagiário, lixeiro, bombeiro, entregador de jornal, nada que exija muito de seu conhecimento, já que ele não precisa de muito conhecimento para viver e não tem exemplo de pai para lhe mostrar que o conhecimento é importante.
Ela é uma criança triste, procura não pensar muito, para não questionar seu presente que não pode mudar.
Ela é vitima de seus pensamentos e dos pensamentos dos que estão em sua volta.
Então ela pensa de acordo com os que estão em sua volta. Não tem autonomia para modificar o pensamento dos outros.
A criança fica sedentaria e obesa ou se entrega aos esportes como o futebol que dá prazer momentâneo.
Suas notas na escola são medíucres já que não tem motivos para se sobresair e se esforçar para ser melhor que os outros, ou até mesmo para melhorar a sí mesmo que não seja para tirar a nota média passar de ano e se livrar da escola de vez por livre e espontânea abrigação pressionante.
Quando adolescente se entrega aos vicios, cigarro, bebida, talvez até drogas, pois não sabe diferenciar o que pode fazer bom ou mal para sua vida.
Ela fica nesse circulo vicioso, até que alguem possa lhe mostrar que seu futuro pode ser diferente, pode ser melhor, pode ser além de suas espectativas e seus desejos no presente.
E a pessoa que tem o papel de mostrar um grande futuro para esse jovem e influenciar no melhor futuro possivel é seu pai.
Sua mãe támbem pdoe influenciar, mas não convencer seu filho da mesma forma que seu pai. E do exemplo de futuro que seu pai lhe mostra não apenas com palavras mas com seus atos de vida em geral.
O pai é o melhor exemplo de futuro para um filho e o filho acredita que seu futuro por mais diferente que possa ser sera pelo menos semelhante ou igual ao de seu pai.
Se a criança não tem um bom exemplo de pai, talvez possa espelhar em seu tio, avó ou primo mas nunca é a mesma coisa.
Quando uma mãe tira um pai de uma criança, é porque ela não quer dar o exemplo de pai para essa criança, pois acha que ele não é um bom exemplo a ser seguido.
Algumas mães ainda acham que poir pior que o pai seja ele sempre servira como exemplo nem que seja um exemplo a não seguir, chegando a levar seus filhos periodicamente na cadeia para visitar seus pais presidiários.
Então o papel do pai não é cuidar do filho, isso a mãe pode fazer muito bem e até melhor em muitos aspéctos.
O papel do pai, e ser um bom exemplo para seu filho. Ter um bom papel na sociedade e mostrar para seu filho um exemplo de futuro descente e digno de um bom cidadão.
Sem esse exemplo, a criança por mais que se esforce será mais um ignorante numa sociedade de ignorantes medíucres.
Pais, antes de pensarem no futuro de seus filhos, pensem no presente que estão construindo para sí mesmos e no exemplo que deixarão para eles durante todo o processo de crescimento que seus filhos terão de passar até a maioridade.

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Julgar e Condenar

Julgar, é ter um pensamento definido a respeito de uma pessoa em um determinado tempo e espaço definido.
Condenar, é destruir a liberdade e queimar a pessoa na sociedade.
Por exemplo se uma pessoa sabota a sua moto, voce julga e descobre o culpado.
Então publica na internet e queima o filme dele para a população, condenando-o.
Apos pagar pelos seus atos, então existe a absolvição, o filme queimado na internet é retirado e a ficha da pessoa é limpa aos poucos sendo esquecida.
Para os juizes condenar é o mesmo que julgar, eles pegam um caso pensando já em qual condenação vão dar caso acreditem no julgamento veredicto. Quem pode julgar é um detetive. Quem pode condenar é a população.
Juizes só são um instrumento do diabo para condenar as pessoas, ou um instrumento divino para absolver as pessoas. Eles não são solucionadores magicos de problemas, são destruidores de problemas. A missão deles é acabar com o problema e não resolver o problema. Colocar uma pessoa atras das grades pode acabar com o problema do ladrão, mas nunca vai resolver o problema da pessoa ser um ladrão em um determinado momento definido e talvez em um futuro indeterminado e nebuloso.
Para quem pode pagar pelos seus erros é facil. Dinheiro pode comprar quase tudo. Para quem não tem dinheiro, a condenação é quase lógica.
Quem resolvera o problema menor que causou o problema maior? Para os juizes isso não interessa, isso não importa, o futuro também não importa se sera melhor ou pior, o importante é resolver o momento presente. Uma solução rapida para o problema atual, o futuro que se dane o passado e o presente serão esquecidos depois disso e tudo é resolvido por conclusão lógica.
A causa, não querem saber e tem raiva de quem sabe.
As consequencias, não querem saber e tem medo de quem sabe.
Juizes são apenas os compridores da lei. A policia onde a arma é o papel. De onde vem a lei? De politicos ignorantes e corruptos. De onde vem o papel? De advogados manipuladores e deturpadores da realidade. De onde vem a lógica? De uma cabeça vazia onde o que importa é resolver o problema do papel com uma lei ignorante. O resto, é resto.