A Sociedade alternativa

Viva, viva, viva a sociedade alternativa
(Viva! Viva!)

Viva, viva, viva a sociedade alternativa
(Viva o novo aeon)

Viva, viva, viva a sociedade alternativa
(Viva! Viva!)

Viva, viva, viva a sociedade alternativa

Se eu quero e você quer

Tomar banho de chapéu

Ou esperar Papai Noel

Ou discutir Carlos Gardel

Então vá
Faça o que tu queres
Pois é tudo

Da lei, da lei

Viva, viva, viva a sociedade alternativa

Faz o que tu queres há de ser
Tudo da lei, da lei
Todo homem, toda mulher
É uma estrela
Viva

Viva, viva, viva a sociedade alternativa
(Viva! Viva!)

Viva, viva, viva a sociedade alternativa

Mas se eu quero e você quer

Tomar banho de chapéu

Ou discutir Carlos Gardel

Ou esperar Papai Noel

Então vá
Faça o que tu queres
Pois é tudo

Da lei, da lei

Viva, viva, viva a sociedade alternativa

Viva, viva, viva a sociedade alternativa
O número 666 chama-se Aleister Crowley
Viva

Viva, viva, viva a sociedade alternativa
Faz o que tu queres
Há de ser tudo da lei

Viva, viva, viva a sociedade alternativa
Viva
A lei de Thelema

Viva, viva, viva a sociedade alternativa
A lei do forte, essa é a nossa lei, e a alegria do mundo.

Viva, viva, viva a sociedade alternativa

Link: http://www.vagalume.com.br/raul-seixas/sociedade-alternativa.html#ixzz47UWjob3B

 

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O Tempo Não Pára

Vídeo

O Tempo Não Pára

Cazuza

Disparo contra o sol
Sou forte, sou por acaso
Minha metralhadora cheia de mágoas
Eu sou um cara
Cansado de correr
Na direção contrária
Sem pódio de chegada ou beijo de namorada
Eu sou mais um cara

Mas se você achar
Que eu tô derrotado
Saiba que ainda estão rolando os dados
Porque o tempo, o tempo não pára

Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas ideias não correspondem aos fatos
O tempo não pára

Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não para
Não para, não, não pára

Eu não tenho data pra comemorar
Às vezes os meus dias são de par em par
Procurando agulha num palheiro

Nas noites de frio é melhor nem nascer
Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer
E assim nos tornamos brasileiros
Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro
Pois assim se ganha mais dinheiro

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas ideias não correspondem aos fatos
O tempo não pára

Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não para
Não para, não, não pára

Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas ideias não correspondem aos fatos
O tempo não pára

Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não para, não, não pára